Destruindo Empresários e Empresas, é nosso alerta p/ a era de aparências e meias verdades que vivemos. Destruir empresários, principalmente nos ramos do comércio e da indústria gera uma “anemia sócio-econômica” em termos de trabalho e renda. E, por conseguinte, miséria, pobreza e uma derrocada social nacional.
Há 4 segmentos que sempre prosperam no caos e nas crises: Bancos, Igrejas, Maus Políticos e o Crime Organizado. A destruição empresarial é um tema complexo com um cenário multifacetado.
Nossa intenção com o presente artigo é realizar rápidas reflexões sobre a temática, especialmente no que tange:
1) às muitas falhas de gestão (pública e privada) que sempre ocorrem;
2) às muitas notícias “fake” e fofocas institucionais – provocadas por inveja de desafetos / concorrentes comerciais ou políticos. Falsas notícias plantadas na mídia. Ataque direto às biografias pessoais;
3) ação lesiva do Gov. no custo do litro da gasolina, da energia, aumento da inflação em geral, resultando numa cobrança excessiva de impostos: decorrência direta da Corrupção; e
4) Programas de proteção à Bancos, nunca à empresas !?
DESTRUINDO EMPRESÁRIOS – o papel do Gov.:
Nosso Gov. com sua histórica “visão míope do mundo do trabalho”, não sabe gerir, não sabe ser bom patrão e detona a iniciativa privada com pesada carga de impostos e contínuas interferências no mercado.
Com a multimilionária arrecadação de impostos não consegue realizar as naturais atividades de um bom governo que são: Educação, Saúde, Segurança e Saneamento Básico. Nossa economia ainda está no século XX, com forte vocação em agrobusiness, processamento de proteína animal e commodities. Pouco investimento em P&D para geração de Produtos de alto Valor agregado: Café (Alemanha e Itália dominam este mercado), Cacau (a Suíça domina este mercado), Açaí (EUA estão tomando conta), Óleos Essenciais, Tecnologia, etc …
O nosso BNDES está 100% desalinhado como os interesses do Pequeno e Médio empresário brasileiro, há muita Corrupção e apoio a grandes Projetos, no exterior ? Nosso SEBRAE virou uma entidade política, com muito marketing e pouco real apoio de consultoria às MPE´s nacionais carentes de gestão e de capital de giro – creio q o Sebrae faria mais e melhor se fosse um Banco de fomento (dinheiro não falta à esta Instituição).
4 DICAS PARA PROTEÇÃO EMPRESARIAL:
Não deixe que as notícias de nossa Imprensa Marrom e a bagunça institucional, de gestão e tributária do Gov., acabem destruindo seu empreendimento. Abaixo, sugestão de 4 Boas Práticas: …
Dica 1: “Não dependa do Gov.” – em sua carteira de negócios procurar manter o cliente Gov. no máximo com uns 35% de presença na carteira de vendas (lembre-se que este cliente e mau comprador e péssimo pagador).
Crie uma Equipe Mínima para tratar este segmento, não misture com os processos das operações principais e mais rentáveis. Pois no médio e longo prazos, pode haver uma contaminação negativa resultante da interação com as práticas nocivas deste ´mau cliente´.
Dica 2: “Trabalhe o Mínimo possível com Cartão de Crédito e dinheiro de Bancos” – use muita negociação, apoio de parceiros e até práticas de escambo, mas fuja dos Bancos. Procure Linhas de Crédito mais atrativas em Instituições como FIESP, FIESC, FINEP e BRDE.
Dica 3: “Conte com Assessorias privadas especializadas” – Ex. Escritórios Contábeis Modernos, Assess. em Direito Tributário. Consultoria que implante a Metodologia BSC para que sua empresa utilize a filosofia de “gestão de Projetos” – cada negócio deve ser tratado como um Projeto: Escopo, Líder do Projeto, Cronograma / Prazos, Principais Stakeholders, Custos e Lucratividade.
Dica 4: “Trate Bem seus funcionários” – considere os benefícios da CLT como uma “Plano Mínimo” agregue algumas inovações que encantam os trabalhadores de alto desempenho, por exemplo:
A) “Tenha um Plano de Metas/Resultados para cada Projeto”;
B) “Tenha um Plano de Carreira Simples e Claro”, associe a este Plano um esquema de remuneração por Resultados / Mérito (… se àquele Projeto foi rentável pelos Indicadores definidos em A);
C) “Implante Planos de Qualidade e Meritocracia”, ou seja, quem trabalha + e contribui ++, ganha bônus extra; e
D) Tenha um “Compliance Corporativo” sério e eficaz (…o objetivo do Compliance Corporativo é proteger a organização de atos ilegais ou antiéticos). Tenha a transparência e a ética, como valores máximos da Política Interna de sua empresa. Tem dúvidas quanto a importância do Compliance? O Marcelo Odebrecht lhe explicará. Saiba +++
Curtam outros 2 Posts que complementam a presente temática: “Negócios Cauda Longa” e “Dilemas em Projetos, Produtos e Serviços”.
- Tagged: Antônio Ermínio de Moraes, Assassinato de reputações, BRDE, compliance corporativo, Destruindo, Empresários, Ética, FIESC, FIESP, FINEP, FNQ, Marcelo Odebrecht, Metodologia BSC, Odebrecht, PNQ, Sebrae, transparência
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